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Queen foi uma banda de rock integrada por Freddie Mercury
(vocalista), Brian May (guitarra), Roger
Taylor (bateria) e John Deacon
(baixo). Foi uma das mais
populares bandas inglesas dos
anos 1970 e 1980, sendo precursora
do rock tal como hoje o
conhecemos, com magníficas produções dos seus
concertos e videoclipes das suas canções. Mesmo nunca
tendo sido levada a sério pelos críticos, que
consideraram a sua música
"comercial", a banda tornou-se a das mais famosas entre o
público, graças à sua mistura única
entre as complexas e elaboradas apresentações ao vivo
e o dinamismo e carisma da sua estrela maior, o vocalista Freddie
Mercury.
O início da banda remonta a 1967, quando Brian May, Tim Staffell e
Roger
Taylor formaram o trio Smile, no Imperial
College em Londres, onde todos estudavam. Após a
saída do baixista e vocalista do
grupo, Tim Staffell, na
Primavera de 1970, May e Taylor foram
apresentados por Staffell a Freddie Bulsara
em Abril do mesmo ano, o qual viria a ser o vocalista da
nova banda com o nome artístico Freddie Mercury,
batizando a banda com o nome Queen. Em 1971, John Deacon
completou a formação dos Queen como baixista.
Em recente pesquisa realizada pela BBC, o Queen foi eleito como a melhor banda
britânica de todos os tempos superando os Beatles e os Rolling Stones,
respectivamente segundo e terceiro colocados[1].
Apesar da personalidade extravagante e teatral de Freddie Mercury
ter sempre predominado na imprensa, os outros membros da banda
foram também responsáveis pela criação
de grandes êxitos:
A maior parte dos álbums do grupo contém pelo
menos uma canção escrita por cada um dos membros, e
embora Freddie
Mercury tenha escrito muitos dos exitos do grupo,
não era de modo algum o compositor dominante; na verdade, os
membros consideravam-se a si mesmo como criadores iguais, e
até mesmo o mais quieto membro da banda, o baixista John Deacon,
escreveu um dos seus maiores êxitos, "Another One Bites the
Dust". Nos últimos anos, os quatro membros da banda
contribuíram coletivamente para as canções que
o grupo compunha; por isso, nos últimos álbuns
The Miracle e Innuendo, todas as
canções são assinadas pelo Queen, e
não pelo compositor em único.
Estátua de Freddie Mercury em Montreux
Brian May e Roger
Taylor tocavam numa banda chamada Smile, com o
vocalista/baixista Tim Staffel. Freddie era colega de quarto de Tim
e seguia assiduamente os concertos do grupo. A essa altura, Freddie
era vocalista de outras bandas, como os Wreckage ou os Ibex. Para
além disso, não tinha qualquer problema em partilhar
as suas ideias acerca da direção musical que os Smile
deviam tomar.
Tim decidiu então pôr fim à sua carreira nos
Smile e juntou-se a uma banda chamada Humpty Bong. Freddie
substituiu-o e o grupo começou à procura de um
baixista profissional. O primeiro seria Barry Mitchell; só
em 1971 o grupo descobriu
John Deacon. Com a
formação definida, o quarteto estava definitivamanete
em marcha, possuidores de uma imagem inovadora, desfazendo regras
musicais anteriores, compondo temas de absoluta originalidade,
nada, ou bem pouco a ver com o resto do rock daqueles tempos.
O primeiro álbum da banda, intitulado Queen, foi
lançado como uma revolução no Reino Unido, mas
não teve o sucesso esperado. Este álbum
caracterizou-se por um som pesado, misturando a banda à onda
heavy metal que
já existia na Inglaterra dó
início da década de 1970. Deste álbum, destaca-se a faixa
"Keep Yourself Alive", canção que conseguiu
alcançar o Top 40 do Reino Unido.
O segundo álbum, Queen II, já
apresentava um som mais melódico, mostrando já a
influência que Freddie viria a ter nas
composições da banda. Aqui destaca-se a
composição "Seven Seas of Rhye", primeira
canção da banda a alcançar o Top 10 do
Reino Unido.
A partir do terceiro álbum, Sheer Heart
Attack, a banda viria a ter os seus álbuns
distribuídos pela Trident e EMI, ocasionando assim uma
reviravolta na trajetória da banda. Lançado em
1974, o álbum foi o
primeiro da banda a estar entre os 10 mais vendidos da Inglaterra, e tornou
os Queen conhecidos dos dois
lados do Atlântico. A turné nos EUA foi um sucesso, o que abriu caminho para
que a banda pudesse concretizar a sua obra-prima.
Em 1975, os Queen
lançaram o disco A Night
at the Opera, também conhecido entre os
fãs como o "White Album" da banda, numa alusão ao
disco de mesma altura dos Beatles. Este disco, primeiro da banda a
consegir disco de platina, primeiro a vender mais de um
milhão de cópias, primeiro a atingir o topo das
paradas do Reino Unido e
EUA, definiu um novo tipo de Rock: o rock
arte, realizado como uma grande produção, para ser
apreciado por todos os ouvidos. Usando uma técnica de
retorno da voz, esse disco criou o som que se tornou marca
registrada do Queen e o lançou para a fama. Suas
canções refletem o espírito da banda: rock
pesado com "I'm Love with My Car"; baladas românticas com
"Love of My Life" e "You Are my Best Friend"; experimentalismo com
"The Prophet's Song", e uma canção impossível
de se classificar, como "Bohemian Rhapsody". Esta Opera Rock,
quando lançada em 1975, recebeu críticas por não
ter apelo comercial e ser muito longa. No entanto, a gravadora
bancou a aposta, e o resultado foi estrondoso: primeiro lugar das
paradas durante nove semanas consecutivas, os quatro álbuns
dos Queen entre os vinte mais vendidos, um video-clip que ficou
conhecido mundialmente pela sua produção e a sua
qualidade, iniciando a era do Video-clip e é considerada por
muitos o maior classico da história do Rock n' Roll.
Após esse álbum, a banda consolidou-se efetivamente
como uma das grandes bandas de Rock, firmando terreno para mais e
mais sucessos. Aqui, os seus membros (principalmente Mercury)
já apresentavam suas excentricidades que ficariam
mundialmente conhecidas. Curiosiamente, quando o álbum foi
lançado em K7, a canção
Bohemian Rhapsody, sua complexidade era tanta que neste ponto a
fita ficava transparente; mais, esta canção sempre
que era tocada ao vivo em um dos concertos dos Queen ou era como
parte de um meddley ou colocavam uma gravação nas
partes mais complexas.
Em 1976, o álbum
seguinte, "A Day at the Races" (ambos uma ironia, por se tratarem
de títulos de filmes dos Irmãos
Marx), foi mais dirigido pela guitarra de Brian May e pela
bateria de Roger
Taylor, tendo, portanto, canções mais
pesadas, tais como "Tie Your Mother Down" e "White Man". No
entanto, aqui encontramos outra obra-prima vocalística de
Freddie Mercury:
"Somebody to Love", uma canção recheada de exageros
vocais e complexas passagens vocais, que tornou-se exito imediato e
que foi executada excepcionalmente em 1982, no Show Queen On Fire,
mais conhecido como Live at the Bowl.
Em 1977, "News of The World"
troxeram os grandes hits dos estádios da banda, "We Will
Rock You" e "We Are the
Champions", além da belíssima "Spread Your
Wings", composta pelo baixista John Deacon. Os Queen, embora
não tenham sido os primeiros a fazer grandes shows em
estádios (mas sim os Beatles), se utilizaram muito deles,
fazendo shows marcantes (sobretudo se considerarmos que o som era
feito exclusivamente pelos quatro integrantes, salvo ajudas de
Spike Edney nos últimos shows), que criavam uma
relação única com o público, sendo
reconhecidos até mesmo pela crítica (alguns
consideram os shows feitos pelo Queen em Wembley em 1986 como os
melhores shows de rock de todos os tempos, sem falar no estrondoso
público de 250 mil pessoas do Rock in Rio).
"Jazz", o álbum seguinte, de 1978, foi mal-recebido pela crítica,
sob a alegação que o álbum pouco tem a ver com
Jazz, apesar do instrumental acústico refinadíssimo e
a alma nervosa e suave das canções - o que parece ser
o motivo do nome, não suas semelhanças formais
imediatas com o jazz (como acontecia por exemplo com os
álbuns de Led Zeppelin, em que se pode dizer que este tom
é muito mais evidente). Jazz também decepcionou a
banda com relação à aceitação do
público. Apesar disso, obteve alguns sucessos, como "Fat
Bottomed Girls" e "Bycicle Race" (esta última, no
Estádio de Wimbledon, teve como produção uma
volta completa no estádio de dezenas de mulheres nuas em
bicicletas, o que causou um certo choque na opinião
pública).
Em 1979 lançam "Live
Killers", um álbum duplo gravado ao vivo na sua turné
mundial entre Janeiro e Abril. Brian May aparece
espetacularmente em "Brighton Rock" chegando a ser mencionado por
Eric Clapton como
um dos melhores guitarristas no cenário do rock mundial.
O ano de 1980 marcou uma
mudança no som da banda, até então sempre
ressaltada nas capas dos seus discos com a frase "No
Syntethizers!". Após o lançamento do álbum ao
vivo "Live Killers", em 1979, os Queen
lançaram o álbum "The Game", o qual demonstrava a
intenção da banda em inserir na sua música a
eletrônica. Este álbum foi um sucesso principalmente
nos EUA, onde a canção "Another One
Bites The Dust", com sua belíssima linha de baixo,
alcançou o topo das paradas de rock, soul e disco.
Além dessa canção, o rockabilly "Crazy Little
Thing Called Love" tornou-se outro sucesso da banda.
Então, a banda lançou a trilha sonora do filme
"Flash Gordon", em 1980. Este disco,
pela primeira vez, representou um grande fiasco da banda,
não agradando tanto a crítica quanto os
fãs.
Com sua popularidade reduzida na Europa, fortemente impactada
pela onda Punk que surgia no Reino Unido, o
Queen passou a buscar novos
mercados para seu som, iniciando visitas a países fora do
eixo EUA-Europa-Japão. Pela
primeira vez uma grande banda realizava turnês na América do
Sul e África. Na sua primeira passagem pelo
Brasil, em 1981, nos doze meses que antecederam o show as
rádios de São
Paulo só tocavam as canções dos
Queen.
O lançamento do disco "Hot Space", em 1982, foi recebido com indiferença
pelos fãs, que já não viam ali a mesma
criativa e inovadora banda. Neste álbum, temos a primeira
participação dos Queen com outro cantor, David Bowie, na
faixa "Under Pressure".
Nessa época, já eram conhecidas as brigas e
discussões dos integrantes da banda, com constantes idas e
vindas, ameaças de saída, entre outros problemas.
Essa década foi marcada pelos trabalhos solo dos integrantes
do grupo, marcando assim uma maior distância entre os
álbuns.
Após lançar "The Works", em 1984, os Queen tiveram no ano seguinte a sua
redenção. Convidados a participar do Rock in Rio,
verdadeira cidade do Rock construída no Rio de
Janeiro, os Queen roubaram a cena dos
espetáculos, tanto pelas excentricidades de seus integrantes
quanto pela beleza de suas apresentações ao vivo,
realizados para mais de 250 mil pessoas com a tranquilidade de um
espetáculo caseiro.
Em 13 de Julho de
1985, os Queen mostraram a
todo o mundo sua condição de Estrela do Rock, ao
atrair todas as atenções para o show beneficente
Live Aid, em prol das
vítimas da AIDS na África.
Em 1986 os Queen
começaram uma turnê de despedida, cujo último
espetáculo foi no Estádio de
Wembley em Londres. Freddie provocou a platéia de
89 mil pessoas dizendo que havia boatos que a banda estava
acabando, mas depois disse que aquilo era mentira, e que os Queen
ficariam junto até "todos nós morrermos, tenho
certeza disso!", para a felicidade da multidão. Especula-se
que Freddie tenha contraído AIDS naquele ano.
Neste mesmo ano a banda lançou o disco "A Kind of Magic",
contendo a trilha sonora do filme "Highlander". Este disco trouxe
os Queen de volta as paradas de sucesso, com canções
bem melhor produzidas como "Who Wants To Live Forever", "Friends
Will be Friends" e "A Kind of Magic".
E em 1985 foi criada a música One Vision que fez um bom
succeso que passou em 1986 a abrir os shows do Queen.
Em 9 de Agosto de
1986 os Queen se
apresentaram pela última vez ao público. Eles
não conseguiram o Wembley novamente pois o estádio
já estava reservado, então disseram ao
empresário Roy Thomas Baker para arrumar qualquer outro
lugar. Ele conseguiu agendar um show no Knebworth Park, que teve
todos os ingressos vendidos em duas horas; mais de 140 mil
fãs se espremeram no parque para vislumbrar o Queen ao vivo
pela última vez.
Após este show de despedida, os Queen ainda
lançariam, em 1989, o disco "The Miracle", que ficou
conhecido pela complexidade de sua capa, então um desafio
para os níveis de computação gráfica da
época.
Em 1991 começaram a
surgir rumores de que Freddie Mercury
estava com AIDS. O cantor negou, mas sabendo da verdade
(assim como seus companheiros de banda), ele decidiu gravar um
álbum livre de conflitos e diferenças. Este
álbum foi Innuendo. Embora sua saúde
começasse a se deteriorar, Mercury esforçou-se para
finalizar suas contribuições. Destacam-se as
canções "The Show Must Go On" e "These Are The Days
Of Our Lives".
Em 23 de Novembro de
1991, em uma
declaração gravada em seu leito de morte, Freddie Mercury
finalmente divulgou que tinha AIDS. Doze horas depois do anúncio,
Mercury morreu vítima de uma broncopneumonia aos 45 anos de
idade. Seu funeral foi privado, feito de acordo com os
princípios religiosos zoroástricos de
sua família.
Em 20 de Abril de
1992 o público
dividiu a tristeza pela perda de Freddie no "The Freddie Mercury
Tribute Concert", realizado no estádio Wembley de Londres em sua homenagem. Músicos como
Annie Lennox,
David Bowie,
Def Leppard,
Elton John, Extreme, Guns N' Roses,
George Michael,
Liza Minnelli,
Metallica, Robert Plant,
Roger Daltrey e
Tony Iommi,
juntamente com os integrantes remanescentes dos Queen, tocaram os
maiores sucessos da banda.
Os Queen na verdade nunca se separaram, embora seu último
álbum de inéditas tenha sido lançado em
1995, ironicamente
intitulado Made In Heaven ("Feito No Paraíso").
Lançado quatro anos depois da morte de Freddie, foi feito a
partir das últimas sessões gravadas pelo cantor em
1991, além de
material descartado de álbuns anteriores. A banda, menos
John Deacon (que saiu do grupo depois de gravar a faixa-tributo
à Mercury "No One But You"), ainda reaparece de vez em
quando, tocando um projeto chamado "We will Rock You - Queen+" com
vários artistas.
Actualmente realizaram uma digressão que contou com uma
passagem em Portugal, nomeadamente no Estádio do Restelo em
Lisboa, com o músico Paul Rodgers,
ex-vocalista das bandas Free e Bad Company.
[
editar] Influência na música moderna
O Queen é lembrado por suas teatricalidades nunca antes
vistas e seu profissionalismo e apresentações
bombásticas, tanto que os críticos os classificaram
como tendo papel primordial na evolução da
música rock. O Queen é
destacado em particular por seu ecletismo e shows inovadores.
-Melhor show de todos os tempos: Queen no Live Aid.
-Pesquisa BBC para a melhor música de todos os tempos:
Bohemian
Rhapsody.
-Pesquisa BBC para a melhor banda de todos os tempos :O
Queen ganhou deixando os Beatles em 2° e os Rolling Stones em
3°.
-O disco mais vendido da história no Reino Unido:
Greatests Hits I (5.407.587)
-Maior público pagante em um único show:
Estádio do Morumbi, 1981: 251 mil pagantes.
-Primeira banda de Rock a lançar disco no Irã.
-Primeira grande Banda de Rock a tocar em Budapeste, Hungria
até então Comunista.
-Tempo Record na parada Britânica: 1.322 semanas na
parada.
-Pesquisa BBC para a melhor música para funerais: The
Show Must Go On.
[editar] Curiosidades
[editar] Queen
ao vivo
As apresentações ao vivo dos Queen eram
verdadeiramente inovadoras, empregando grande quantidade de luzes,
pirotecnias e outros efeitos especiais que transformavam o
espetáculo em um evento teatral. A energia com que tocavam,
a empolgação, era tão natural e genuína
que frequentemente a platéia se juntava a eles cantando e
participando. Mercury emergia-se na adulação do
público e personificava sua empolgação, uma
característica a qual muitos, inclusive Kurt Cobain e
Axl Rose, demonstravam
profunda admiração.
Os Queen começaram a compor canções com o
propósito específico de envolver a platéia,
como "We Will Rock You" e "We Are The
Champions" e outras, como "Radio Ga Ga", que
incluíam palmas como meio rítmico. Isso resultou num
momento marcante no Live Aid quando
cada pessoa da multidão de quase cem mil pessoas no
estádio Wembley batia palmas por sobre suas cabeças
em uníssono durante "Radio Ga Ga".
Os Queen embarcaram em muitas turnês bem-sucedidas, com
shows memoráveis (incluindo a histórica
apresentação no Live Aid) feitos no
Estádio Wembley na Inglaterra e na
"Cidade do Rock", local montado especialmente para o festival
Rock in Rio no
Brasil,e a última
turnê do grupo, divulgando o álbum A Kind of
Magic.
[
editar] Canções mais conhecidas
Dentre outras da década de 1980, como "I Want It
All".
[editar] Queen
no cinema
Os Queen contribuíram diretamente para os filmes
Flash Gordon e
Highlander (o
filme original, dirigido por Russell Mulcahy). Vários outros
filmes tiveram canções do grupo, incluindo
Águia de Aço, Quanto Mais
Idiota Melhor, Pequenos Guerreiros, Máquina quase
mortífera, Super Size Me - A Dieta do
Palhaço, Coração de
Cavaleiro,Duelo
Imortal, e Shaun
of the Dead. Recentemente, Brian May anunciou a
intenção de gravar um filme biográfico de
Freddie Mercury. O projeto evoluiu rápido, sendo
notícia em vários jornais.([1]).
O escolhido para representar Freddie foi o ator inglês Sacha
Noam Baron Cohen (Borat). Sacha ficou famoso pelo recente sucesso
mundial
Borat: Cultural Learnings of America for Make
Benefit Glorious Nation of Kazakhstan e disse que
até se inspirou em Mercury para construir seu personagem.
Antes, a idéia era colocar Johnny Depp no
papel, mas o ator ficou muito marcado por interpretar o pirata
excêntrico Jack Sparrow na triologia Piratas do
Caribe. A biografia do cantor britâncio
será produzida por Robert De Niro.
Agora, resta aguardar para ver a repercussão da obra no
cinema.
[editar] Queen
no teatro musical
No dia 14 de maio de
2002, um musical ou "teatro de rock" baseado nas
canções dos Queen, intitulado de We Will Rock
You, estreou no Dominion Theatre no West End de London. O musicial foi escrito pelo comediante e autor inglês Ben Elton em
colaboração com Brian May e
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