Home Data de criação : 07/03/22 Última atualização : 07/10/03 19:44 / 79 Artigos publicados

Kopka News

DVD Style For Sound -vol1 (Factor Records & Kopka Records)  (Kopka News) escrito em quinta 23 agosto 2007 01:11

  1. Wellcome to the Jungle ( Guns n Roses)
  2. Brothers in Arms (Dire Straits)
  3. Boom, like That ( Mark Knopfler)
  4. TNT ( Ac/Dc)
Mais 56 Clips videos pra voçê que gosta de Rock Pop
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DVD Snowboarding (More Fly in The Cold) Cold Racers ( Gyth Films)  (Kopka News) escrito em quinta 23 agosto 2007 01:26

  • Sweedenk Snowboard Champs 07´
  • Todas as etapas
  • Os melhores boarders
  • e 4 Clips

 

 Titulo Oiginal : Cold Races - More Fly In The Cold

2007

Gyth films

Ted Fassaenhk

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Same Old Rock ``Dreamscapes´´ Collections  (Kopka News) escrito em quinta 06 setembro 2007 01:11

  1.  
    1. Dire Straits Videos

Documentários: . Visita á Los Angeles (1979)

                                                     . Making Movies (1980)

. Live At BBC (1980)

.Alchemy (1984)

. Brothers in arms (1985)

. Live Whit Eric clapton Tours (1988)

. On Every Tour (1990 á 1993)

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Lan Doce Lan - Notícia da semana - o Que passa na net , passa aqui!!!!!!  (Kopka News) escrito em sexta 21 setembro 2007 18:11

Jovens esquecem casa e dormem em lan house

Rodrigo Bertolotto
Em São Paulo

Domingo, 6h30, do lado de fora, os passarinhos cantam para os primeiros raios de sol. Lá dentro o que canta é a porrada. "Mete a faca no truta", "Fala agora, arrombado", "Dá um tiro no meio da idéia dele", são os gritos saídos da escuridão da lan house Immersion. São os amigos Cromadinho, Tripa, Tucano e Edinho, que entraram madrugada a dentro se desafiando no Counter Strike, game de polícia versus terroristas.

LAN, DOCE LAN
Rodrigo Bertolotto/UOL
Após 18 horas seguidas no local, Carlos André dorme no amanhecer de domingo
Rodrigo Bertolotto/UOL
Em outra lan, jovem cochila em sofá por três horas após pagar R$ 1 por uma hora
Rodrigo Bertolotto/UOL
Melhor cliente, o recordista de horas Luis Fernando posa ao lado de sócia de loja
Rodrigo Bertolotto/UOL
Grupo deixa lan de manhã para pegar ônibus rumo ao bairro de Campo Limpo
O fenômeno lan house (lan é sigla para local área network) começou em 1996 na Coréia do Sul, onde existem atualmente 22 mil lojas - mais até do que nos EUA. No Brasil, elas chegaram em 1998 e hoje são quase quatro mil, sendo que em São Paulo são mais de 700. Elas se espalharam tanto que lojas em pequenas cidades foram usadas como base para golpes de hackers - outro problema delicado envolvendo o setor, fora a relação com os menores de idade.
FOTOS DESTA SEXTA-FEIRA
SP: CRIANÇAS ATROPELADAS
BEBÊ ANENCÉFALA QUER COLO
GRADE EM MURETA DO MASP
BONDE DE CONGONHAS AO METRÔ
Na cidade-dormitório de Taboão da Serra (Grande São Paulo), eles se negam a descansar. Quando muito, cochilam nos sofás do local e pescam diante dos computadores. Como Carlos André, o Ceará, que sonha com a mão no mouse às 7h15. Com o amigo Bruno Gabriel, está desde o meio-dia do sábado no mundo virtual e já pagou para ficar até o mesmo horário de domingo.

Bruno tem 17 anos, já repetiu de ano três vezes, sonha em ser advogado, trabalha na lanchonete da mãe no Jardim Dracena e, com o que ganha, paga as horas na lan e os salgadinhos, chocolates e refrigerantes que garantem a sobrevivência longe do lar.

"Já cheguei a ficar quatro dias seguidos sem voltar para casa. Para dormir, colocava os pés em cima da mesa, descansava duas horas e seguia jogando", conta, para depois descrever a reação de sua mãe-patroa com a ausência. "Ela falou uma penca de coisas, mas na semana seguinte eu estava de volta na lan."

Mas o recorde, certificado pelo proprietário do estabelecimento Nobuki Yamazaki, é de Luis Fernando Lopes, 22. Nas férias (ele trabalha como técnico em eletrônica em uma lan vizinha, mas que não opera 24 horas), ele ficou de uma manhã de segunda até sábado de manhã sem voltar para casa. "Não conheço ninguém no litoral, nem fora de São Paulo. Então, minha praia é aqui", confessa.

Sua rotina nesses dias só incluía de diferente uma escapada para a academia vizinha, duas horas de manhã e mais duas à tarde. Uma muda de roupa para o exercício, outra para o mundo virtual. Dormir só diante do computador. Comida só x-salada e pastel do boteco vizinho. "Sinto larica por jogar. Meus pais sabem disso, mas eles até gostam que eu venha aqui porque assim não dou trabalho em casa."

Os casos de morte na Coréia do Sul e na China de maratonistas virtuais não o abalam. Nem o caso do garoto brasileiro que espancou a mãe que o interrompeu seu jogo quando estava trancado em seu quarto. "Isso acontece com quem é fraco da cabeça. Ninguém mexe com meu cérebro", argumenta em sua lógica própria. Também não estranha a notícia que no Japão as lans viraram opção de hospedagem barata - de certa forma, se repete o fenômeno por aqui.

Ele aperta os botões "alt" e "tab" e lá está ele no orkut. Outro toque, e é a vez do msn. Assim se relaciona com o mundo. "Esse gordo é nóia. Se soubesse que ele não voltava para casa, trazia marmita e toalha para ele", brinca o amigo Yukiassu Sakamoto, 19.

Os nomes dos estabelecimentos já dão indício do que se passa com seus freqüentadores: Immersion, Extreme e Hipnotic. As madrugadas custam em média R$ 5 (a sessão é chamada de Corujão), com diversão garantida por oito ou mais horas. Para ficar até o meio-dia, é acrescentar mais R$ 2.

Duas delas ficam do lado da delegacia do município, o que cria um campo de força contra um eventual assalto. Um pouco mais distante, a Hipnotic fecha a porta. Dentro, o funcionário escuta "Fear of the Dark", clássico metaleiro do Iron Maiden. O medo, porém, é da luz da manhã. É uma noite eterna, a única luz vinda dos monitores. Qualquer lâmpada acessa atrapalha a nitidez da tela.

AMORES VIRTUAIS
Rodrigo Bertolotto/UOL
Rafael joga em lan com a namorada, Suellen, postada em seu colo por horas
Amores que começam pelo orkut por vezes não se livram de seu lado virtual. O programa de fim-de-semana dos namorados Rafael Assakura e Suellen Policarp, por exemplo, é se enfurnar em uma lan house e se postar por horas passando por games, fases e pontos ao lado de um grupo de amigos.

"Ela é tão viciada como eu. Se não, não conseguiria. Ponho no colo e jogo horas", conta Rafael, 20. O programa pode incluir um jantar pouco romântico, encomendando um "prato feito" no restaurante ao lado. Os dois não estão sozinhos no costume: casais estão entre as minorias representadas na lan, cuja população hegemonicamente masculina e adolescente.
Na Extreme, as janelas são pintadas de preto. Uma fresta mostra um pátio de lava-rápido. Ao longe, os cânticos de uma igreja evangélica vizinha. Mas, no lugar do subúrbio e dos crentes, os adolescentes estão em campos medievais na companhia de elfos, mortos-vivos e gigantes do game Warcraft. Um rapaz dorme desde as 4h da manhã. Comprou uma hora por R$ 1 e dormiu as horas restantes - bem mais barato que uma pensão. O sono pesado resistia aos berros dos outros clientes ("Pedala, gótico" e "Cola aí, mano" são os menos ofensivos).

Sócia de uma lan, Ivani Yamazaki conta que já albergou cinco meninos dormindo em um sofá de três lugares. Outra vez, recebeu um menino de rua, lavou suas mãos, deu um pacote de salgadinho e deixou ele dormir por lá. Horas depois a mãe e a polícia buscavam o menino que há 15 dias estava fora de casa.

A regra é que menor de 12 anos não pode usar o serviço, e os corujões só podem ser freqüentados por adolescentes com autorização dos pais. Os meninos têm de informar o horário em que estudam, e estão bloqueados durante essas horas.

As brigas são raras. "Tem cara que chega aqui todo bonzão, todo pá. Esses arrumam treta", diz Luis Fernando. Os palavrões, provocações e empurra-empurra são uma constante. Os funcionários se confundem com os clientes, afinal, estão jogando e xingando também - muitos freqüentadores acabam virando empregados, afinal, trabalho e diversão viram a mesma coisa. Os jogadores, na verdade, são trainees para os futuros expedientes diante dos computadores.

Para os que não seguem até o meio-dia dominical, a jornada acaba às 8h da manhã. Na rua, um rastro de copos plásticos e guimbas de cigarros da noitada no mundo em volta, que teve carros derrapando, escapamento de motos estourando, paquera na sorveteria e pileques nos bares vizinhos.

Eles não viram nada disso. Carregando o resto do refrigerante quente e sem gás, um grupo vai pegar o ônibus para o Campo Limpo, chegar em casa, se enfiar na cama para acordar na segunda-feira, quando o fim-de-semana vai ser só uma lembrança.




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Queen - The history  (Kopka News) escrito em sexta 21 setembro 2007 18:26

Queen

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Queen

A banda em concerto em Frankfurt, 1984
Origem Londres
País Inglaterra, Reino Unido
Período 1970 - 1991 (Brian May e Roger Taylor ainda estão na ativa como "Queen + Paul Rodgers"
Gênero(s) rock
glam rock
hard rock
heavy metal
Gravadora(s) Parlophone
Hollywood Records
Integrantes Brian May
Roger Taylor
Ex-Integrantes Freddie Mercury (falecido em 24 de Novembro de 1991) e John Deacon (retirou-se)
Página oficial www.QueenOnline.com

Queen foi uma banda de rock integrada por Freddie Mercury (vocalista), Brian May (guitarra), Roger Taylor (bateria) e John Deacon (baixo). Foi uma das mais populares bandas inglesas dos anos 1970 e 1980, sendo precursora do rock tal como hoje o conhecemos, com magníficas produções dos seus concertos e videoclipes das suas canções. Mesmo nunca tendo sido levada a sério pelos críticos, que consideraram a sua música "comercial", a banda tornou-se a das mais famosas entre o público, graças à sua mistura única entre as complexas e elaboradas apresentações ao vivo e o dinamismo e carisma da sua estrela maior, o vocalista Freddie Mercury.

O início da banda remonta a 1967, quando Brian May, Tim Staffell e Roger Taylor formaram o trio Smile, no Imperial College em Londres, onde todos estudavam. Após a saída do baixista e vocalista do grupo, Tim Staffell, na Primavera de 1970, May e Taylor foram apresentados por Staffell a Freddie Bulsara em Abril do mesmo ano, o qual viria a ser o vocalista da nova banda com o nome artístico Freddie Mercury, batizando a banda com o nome Queen. Em 1971, John Deacon completou a formação dos Queen como baixista.

Em recente pesquisa realizada pela BBC, o Queen foi eleito como a melhor banda britânica de todos os tempos superando os Beatles e os Rolling Stones, respectivamente segundo e terceiro colocados[1].

Índice

[esconder]

[editar] Membros

Apesar da personalidade extravagante e teatral de Freddie Mercury ter sempre predominado na imprensa, os outros membros da banda foram também responsáveis pela criação de grandes êxitos:

A maior parte dos álbums do grupo contém pelo menos uma canção escrita por cada um dos membros, e embora Freddie Mercury tenha escrito muitos dos exitos do grupo, não era de modo algum o compositor dominante; na verdade, os membros consideravam-se a si mesmo como criadores iguais, e até mesmo o mais quieto membro da banda, o baixista John Deacon, escreveu um dos seus maiores êxitos, "Another One Bites the Dust". Nos últimos anos, os quatro membros da banda contribuíram coletivamente para as canções que o grupo compunha; por isso, nos últimos álbuns The Miracle e Innuendo, todas as canções são assinadas pelo Queen, e não pelo compositor em único.

Estátua de Freddie Mercury em Montreux
Estátua de Freddie Mercury em Montreux

[editar] História

[editar] 1968-1970

Brian May e Roger Taylor tocavam numa banda chamada Smile, com o vocalista/baixista Tim Staffel. Freddie era colega de quarto de Tim e seguia assiduamente os concertos do grupo. A essa altura, Freddie era vocalista de outras bandas, como os Wreckage ou os Ibex. Para além disso, não tinha qualquer problema em partilhar as suas ideias acerca da direção musical que os Smile deviam tomar.

Tim decidiu então pôr fim à sua carreira nos Smile e juntou-se a uma banda chamada Humpty Bong. Freddie substituiu-o e o grupo começou à procura de um baixista profissional. O primeiro seria Barry Mitchell; só em 1971 o grupo descobriu John Deacon. Com a formação definida, o quarteto estava definitivamanete em marcha, possuidores de uma imagem inovadora, desfazendo regras musicais anteriores, compondo temas de absoluta originalidade, nada, ou bem pouco a ver com o resto do rock daqueles tempos.

[editar] Anos 1970

O primeiro álbum da banda, intitulado Queen, foi lançado como uma revolução no Reino Unido, mas não teve o sucesso esperado. Este álbum caracterizou-se por um som pesado, misturando a banda à onda heavy metal que já existia na Inglaterra dó início da década de 1970. Deste álbum, destaca-se a faixa "Keep Yourself Alive", canção que conseguiu alcançar o Top 40 do Reino Unido.

O segundo álbum, Queen II, já apresentava um som mais melódico, mostrando já a influência que Freddie viria a ter nas composições da banda. Aqui destaca-se a composição "Seven Seas of Rhye", primeira canção da banda a alcançar o Top 10 do Reino Unido.

A partir do terceiro álbum, Sheer Heart Attack, a banda viria a ter os seus álbuns distribuídos pela Trident e EMI, ocasionando assim uma reviravolta na trajetória da banda. Lançado em 1974, o álbum foi o primeiro da banda a estar entre os 10 mais vendidos da Inglaterra, e tornou os Queen conhecidos dos dois lados do Atlântico. A turné nos EUA foi um sucesso, o que abriu caminho para que a banda pudesse concretizar a sua obra-prima.

Em 1975, os Queen lançaram o disco A Night at the Opera, também conhecido entre os fãs como o "White Album" da banda, numa alusão ao disco de mesma altura dos Beatles. Este disco, primeiro da banda a consegir disco de platina, primeiro a vender mais de um milhão de cópias, primeiro a atingir o topo das paradas do Reino Unido e EUA, definiu um novo tipo de Rock: o rock arte, realizado como uma grande produção, para ser apreciado por todos os ouvidos. Usando uma técnica de retorno da voz, esse disco criou o som que se tornou marca registrada do Queen e o lançou para a fama. Suas canções refletem o espírito da banda: rock pesado com "I'm Love with My Car"; baladas românticas com "Love of My Life" e "You Are my Best Friend"; experimentalismo com "The Prophet's Song", e uma canção impossível de se classificar, como "Bohemian Rhapsody". Esta Opera Rock, quando lançada em 1975, recebeu críticas por não ter apelo comercial e ser muito longa. No entanto, a gravadora bancou a aposta, e o resultado foi estrondoso: primeiro lugar das paradas durante nove semanas consecutivas, os quatro álbuns dos Queen entre os vinte mais vendidos, um video-clip que ficou conhecido mundialmente pela sua produção e a sua qualidade, iniciando a era do Video-clip e é considerada por muitos o maior classico da história do Rock n' Roll. Após esse álbum, a banda consolidou-se efetivamente como uma das grandes bandas de Rock, firmando terreno para mais e mais sucessos. Aqui, os seus membros (principalmente Mercury) já apresentavam suas excentricidades que ficariam mundialmente conhecidas. Curiosiamente, quando o álbum foi lançado em K7, a canção Bohemian Rhapsody, sua complexidade era tanta que neste ponto a fita ficava transparente; mais, esta canção sempre que era tocada ao vivo em um dos concertos dos Queen ou era como parte de um meddley ou colocavam uma gravação nas partes mais complexas.

Em 1976, o álbum seguinte, "A Day at the Races" (ambos uma ironia, por se tratarem de títulos de filmes dos Irmãos Marx), foi mais dirigido pela guitarra de Brian May e pela bateria de Roger Taylor, tendo, portanto, canções mais pesadas, tais como "Tie Your Mother Down" e "White Man". No entanto, aqui encontramos outra obra-prima vocalística de Freddie Mercury: "Somebody to Love", uma canção recheada de exageros vocais e complexas passagens vocais, que tornou-se exito imediato e que foi executada excepcionalmente em 1982, no Show Queen On Fire, mais conhecido como Live at the Bowl.

A banda em concerto em Hannover, 1979
A banda em concerto em Hannover, 1979

Em 1977, "News of The World" troxeram os grandes hits dos estádios da banda, "We Will Rock You" e "We Are the Champions", além da belíssima "Spread Your Wings", composta pelo baixista John Deacon. Os Queen, embora não tenham sido os primeiros a fazer grandes shows em estádios (mas sim os Beatles), se utilizaram muito deles, fazendo shows marcantes (sobretudo se considerarmos que o som era feito exclusivamente pelos quatro integrantes, salvo ajudas de Spike Edney nos últimos shows), que criavam uma relação única com o público, sendo reconhecidos até mesmo pela crítica (alguns consideram os shows feitos pelo Queen em Wembley em 1986 como os melhores shows de rock de todos os tempos, sem falar no estrondoso público de 250 mil pessoas do Rock in Rio).

"Jazz", o álbum seguinte, de 1978, foi mal-recebido pela crítica, sob a alegação que o álbum pouco tem a ver com Jazz, apesar do instrumental acústico refinadíssimo e a alma nervosa e suave das canções - o que parece ser o motivo do nome, não suas semelhanças formais imediatas com o jazz (como acontecia por exemplo com os álbuns de Led Zeppelin, em que se pode dizer que este tom é muito mais evidente). Jazz também decepcionou a banda com relação à aceitação do público. Apesar disso, obteve alguns sucessos, como "Fat Bottomed Girls" e "Bycicle Race" (esta última, no Estádio de Wimbledon, teve como produção uma volta completa no estádio de dezenas de mulheres nuas em bicicletas, o que causou um certo choque na opinião pública).

Em 1979 lançam "Live Killers", um álbum duplo gravado ao vivo na sua turné mundial entre Janeiro e Abril. Brian May aparece espetacularmente em "Brighton Rock" chegando a ser mencionado por Eric Clapton como um dos melhores guitarristas no cenário do rock mundial.

[editar] Anos 1980

O ano de 1980 marcou uma mudança no som da banda, até então sempre ressaltada nas capas dos seus discos com a frase "No Syntethizers!". Após o lançamento do álbum ao vivo "Live Killers", em 1979, os Queen lançaram o álbum "The Game", o qual demonstrava a intenção da banda em inserir na sua música a eletrônica. Este álbum foi um sucesso principalmente nos EUA, onde a canção "Another One Bites The Dust", com sua belíssima linha de baixo, alcançou o topo das paradas de rock, soul e disco. Além dessa canção, o rockabilly "Crazy Little Thing Called Love" tornou-se outro sucesso da banda.

Então, a banda lançou a trilha sonora do filme "Flash Gordon", em 1980. Este disco, pela primeira vez, representou um grande fiasco da banda, não agradando tanto a crítica quanto os fãs.

Com sua popularidade reduzida na Europa, fortemente impactada pela onda Punk que surgia no Reino Unido, o Queen passou a buscar novos mercados para seu som, iniciando visitas a países fora do eixo EUA-Europa-Japão. Pela primeira vez uma grande banda realizava turnês na América do Sul e África. Na sua primeira passagem pelo Brasil, em 1981, nos doze meses que antecederam o show as rádios de São Paulo só tocavam as canções dos Queen.

O lançamento do disco "Hot Space", em 1982, foi recebido com indiferença pelos fãs, que já não viam ali a mesma criativa e inovadora banda. Neste álbum, temos a primeira participação dos Queen com outro cantor, David Bowie, na faixa "Under Pressure".

Nessa época, já eram conhecidas as brigas e discussões dos integrantes da banda, com constantes idas e vindas, ameaças de saída, entre outros problemas. Essa década foi marcada pelos trabalhos solo dos integrantes do grupo, marcando assim uma maior distância entre os álbuns.

A banda em concerto em Frankfurt, 1984
A banda em concerto em Frankfurt, 1984

Após lançar "The Works", em 1984, os Queen tiveram no ano seguinte a sua redenção. Convidados a participar do Rock in Rio, verdadeira cidade do Rock construída no Rio de Janeiro, os Queen roubaram a cena dos espetáculos, tanto pelas excentricidades de seus integrantes quanto pela beleza de suas apresentações ao vivo, realizados para mais de 250 mil pessoas com a tranquilidade de um espetáculo caseiro.

Em 13 de Julho de 1985, os Queen mostraram a todo o mundo sua condição de Estrela do Rock, ao atrair todas as atenções para o show beneficente Live Aid, em prol das vítimas da AIDS na África.

Em 1986 os Queen começaram uma turnê de despedida, cujo último espetáculo foi no Estádio de Wembley em Londres. Freddie provocou a platéia de 89 mil pessoas dizendo que havia boatos que a banda estava acabando, mas depois disse que aquilo era mentira, e que os Queen ficariam junto até "todos nós morrermos, tenho certeza disso!", para a felicidade da multidão. Especula-se que Freddie tenha contraído AIDS naquele ano.

Neste mesmo ano a banda lançou o disco "A Kind of Magic", contendo a trilha sonora do filme "Highlander". Este disco trouxe os Queen de volta as paradas de sucesso, com canções bem melhor produzidas como "Who Wants To Live Forever", "Friends Will be Friends" e "A Kind of Magic".

E em 1985 foi criada a música One Vision que fez um bom succeso que passou em 1986 a abrir os shows do Queen.

Em 9 de Agosto de 1986 os Queen se apresentaram pela última vez ao público. Eles não conseguiram o Wembley novamente pois o estádio já estava reservado, então disseram ao empresário Roy Thomas Baker para arrumar qualquer outro lugar. Ele conseguiu agendar um show no Knebworth Park, que teve todos os ingressos vendidos em duas horas; mais de 140 mil fãs se espremeram no parque para vislumbrar o Queen ao vivo pela última vez.

Após este show de despedida, os Queen ainda lançariam, em 1989, o disco "The Miracle", que ficou conhecido pela complexidade de sua capa, então um desafio para os níveis de computação gráfica da época.

[editar] Anos 1990

Em 1991 começaram a surgir rumores de que Freddie Mercury estava com AIDS. O cantor negou, mas sabendo da verdade (assim como seus companheiros de banda), ele decidiu gravar um álbum livre de conflitos e diferenças. Este álbum foi Innuendo. Embora sua saúde começasse a se deteriorar, Mercury esforçou-se para finalizar suas contribuições. Destacam-se as canções "The Show Must Go On" e "These Are The Days Of Our Lives".

A banda em concerto no Rock in Rio, 1985
A banda em concerto no Rock in Rio, 1985

Em 23 de Novembro de 1991, em uma declaração gravada em seu leito de morte, Freddie Mercury finalmente divulgou que tinha AIDS. Doze horas depois do anúncio, Mercury morreu vítima de uma broncopneumonia aos 45 anos de idade. Seu funeral foi privado, feito de acordo com os princípios religiosos zoroástricos de sua família.

Em 20 de Abril de 1992 o público dividiu a tristeza pela perda de Freddie no "The Freddie Mercury Tribute Concert", realizado no estádio Wembley de Londres em sua homenagem. Músicos como Annie Lennox, David Bowie, Def Leppard, Elton John, Extreme, Guns N' Roses, George Michael, Liza Minnelli, Metallica, Robert Plant, Roger Daltrey e Tony Iommi, juntamente com os integrantes remanescentes dos Queen, tocaram os maiores sucessos da banda.

Os Queen na verdade nunca se separaram, embora seu último álbum de inéditas tenha sido lançado em 1995, ironicamente intitulado Made In Heaven ("Feito No Paraíso"). Lançado quatro anos depois da morte de Freddie, foi feito a partir das últimas sessões gravadas pelo cantor em 1991, além de material descartado de álbuns anteriores. A banda, menos John Deacon (que saiu do grupo depois de gravar a faixa-tributo à Mercury "No One But You"), ainda reaparece de vez em quando, tocando um projeto chamado "We will Rock You - Queen+" com vários artistas.

Actualmente realizaram uma digressão que contou com uma passagem em Portugal, nomeadamente no Estádio do Restelo em Lisboa, com o músico Paul Rodgers, ex-vocalista das bandas Free e Bad Company.

[ editar] Influência na música moderna

O Queen é lembrado por suas teatricalidades nunca antes vistas e seu profissionalismo e apresentações bombásticas, tanto que os críticos os classificaram como tendo papel primordial na evolução da música rock. O Queen é destacado em particular por seu ecletismo e shows inovadores.

[editar] Recordes

-Melhor show de todos os tempos: Queen no Live Aid.

-Pesquisa BBC para a melhor música de todos os tempos: Bohemian Rhapsody.

-Pesquisa BBC para a melhor banda de todos os tempos :O Queen ganhou deixando os Beatles em 2° e os Rolling Stones em 3°.

-O disco mais vendido da história no Reino Unido: Greatests Hits I (5.407.587)

-Maior público pagante em um único show: Estádio do Morumbi, 1981: 251 mil pagantes.

-Primeira banda de Rock a lançar disco no Irã.

-Primeira grande Banda de Rock a tocar em Budapeste, Hungria até então Comunista.

-Tempo Record na parada Britânica: 1.322 semanas na parada.

-Pesquisa BBC para a melhor música para funerais: The Show Must Go On.

[editar] Curiosidades

[editar] Queen ao vivo

As apresentações ao vivo dos Queen eram verdadeiramente inovadoras, empregando grande quantidade de luzes, pirotecnias e outros efeitos especiais que transformavam o espetáculo em um evento teatral. A energia com que tocavam, a empolgação, era tão natural e genuína que frequentemente a platéia se juntava a eles cantando e participando. Mercury emergia-se na adulação do público e personificava sua empolgação, uma característica a qual muitos, inclusive Kurt Cobain e Axl Rose, demonstravam profunda admiração.

Os Queen começaram a compor canções com o propósito específico de envolver a platéia, como "We Will Rock You" e "We Are The Champions" e outras, como "Radio Ga Ga", que incluíam palmas como meio rítmico. Isso resultou num momento marcante no Live Aid quando cada pessoa da multidão de quase cem mil pessoas no estádio Wembley batia palmas por sobre suas cabeças em uníssono durante "Radio Ga Ga".

Os Queen embarcaram em muitas turnês bem-sucedidas, com shows memoráveis (incluindo a histórica apresentação no Live Aid) feitos no Estádio Wembley na Inglaterra e na "Cidade do Rock", local montado especialmente para o festival Rock in Rio no Brasil,e a última turnê do grupo, divulgando o álbum A Kind of Magic.

[ editar] Canções mais conhecidas

Dentre outras da década de 1980, como "I Want It All".

[editar] Queen no cinema

Os Queen contribuíram diretamente para os filmes Flash Gordon e Highlander (o filme original, dirigido por Russell Mulcahy). Vários outros filmes tiveram canções do grupo, incluindo Águia de Aço, Quanto Mais Idiota Melhor, Pequenos Guerreiros, Máquina quase mortífera, Super Size Me - A Dieta do Palhaço, Coração de Cavaleiro,Duelo Imortal, e Shaun of the Dead. Recentemente, Brian May anunciou a intenção de gravar um filme biográfico de Freddie Mercury. O projeto evoluiu rápido, sendo notícia em vários jornais.([1]). O escolhido para representar Freddie foi o ator inglês Sacha Noam Baron Cohen (Borat). Sacha ficou famoso pelo recente sucesso mundial Borat: Cultural Learnings of America for Make Benefit Glorious Nation of Kazakhstan e disse que até se inspirou em Mercury para construir seu personagem. Antes, a idéia era colocar Johnny Depp no papel, mas o ator ficou muito marcado por interpretar o pirata excêntrico Jack Sparrow na triologia Piratas do Caribe. A biografia do cantor britâncio será produzida por Robert De Niro. Agora, resta aguardar para ver a repercussão da obra no cinema.

[editar] Queen no teatro musical

No dia 14 de maio de 2002, um musical ou "teatro de rock" baseado nas canções dos Queen, intitulado de We Will Rock You, estreou no Dominion Theatre no West End de London. O musicial foi escrito pelo comediante e autor inglês Ben Elton em colaboração com Brian May e

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